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Boa noite! Meu filho tem 6 anos de idade, apresentada baixa capacidade de memória, não consegui reconhecer letras e números. Bate um desespero no coração e uma vontade louca de agir. Como? Não sei o que fazer. Já fui professor, hoje sou militar. Por gentileza me ajudem. Quais livros me indicam para ler, e aprender a ajudar o meu filho? Amo muitíssimo ele, tenho que ajuda-lo. Obrigado. Ronaldo

Já as crianças “mão na massa” aprendem melhor fazendo, e absorvem melhor o conhecimento quando podem tocar e manipular objetos. Procure livros que sejam acompanhados de outros elementos, ou então seja criativo e crie você mesmo objetos para personificar a leitura! Se a história se passa em uma caverna, que tal criar uma caverna em casa com um cobertor? Construa objetos que aparecem na história, eles vão deixar a leitura mais divertida e fazer com que aprender se torne uma verdadeira brincadeira. Veja nesse outro artigo algumas dicas para ensinar o alfabeto de forma lúdica!
Empatia e convívio social saudável: adequações necessárias no ritmo do caminhar, na entrada e saída do teatro, volume de voz em tom que não incomode as pessoas ao redor, adequação da posição do corpo e das pernas para que outras pessoas possam chegar a suas cadeiras, enfim, praticamente uma dança coordenada entre a plateia, ainda que não se conheçam.

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Ao ensinar crianças com autismo a ler, comece com os fonemas, ou seja, o som produzido por cada letra. Ensine usando exemplos de palavras que a criança usa bastante, como P de “pai” por exemplo, relacionando sempre a objetos e elementos de seu dia-a-dia. Livros sobre o alfabeto podem ajudar nesse processo, com estímulos visuais que a criança assimila a cada letra. 
Antes de chegar a conclusões precipitadas sobre o a relação que seu filho está desenvolvendo com a língua escrita, marque uma conversa com o professor ou com o orientador. Só um deles poderá esclarecer as questões e medos que estão te incomodando. Fatima Gola, lembrando Perrenoud, sociólogo suíço, explica que “o fato de ter sido aluno um dia, não autoriza ninguém a dar diagnósticos na área da Educação”. Quem está autorizado a isso são os profissionais da escola que estão capacitados e tem a função de analisar o que seu filho precisa no momento. Você perceberá como de fato cada criança se desenvolve em seu ritmo e se há motivo real para preocupações.
Boa noite eu sou cuidadora de criança com deficiência e vim no Google procurar um meio de auxiliar melhor o menino que acompanho na escola. Ele tem autismo e da forma bem severa ele não fala com as pessoas tem horror a pegar em lápis mansinha tinta guache. Só que as vx do nada ele fala o alfabeto todo. Este vai ser meu segundo ano com ele e gostaria muito que ele progredindo ao menos em escrever o nome dele. Gostaria de saber se ele tem essa possibilidade?

26. BÔNUS: 2 Atividades de Família de Palavras (Fonema Inicial) Está é a etapa mais complexa da consciência fonológica e que se leva mais tempo para se adquirir e aplicar. É recomendado só avançar para estas atividades quando todas as habilidades anteriores tiverem sido dominadas. Neste tipo de jogo é muito comum o uso de blocos coloridos para representar separadamente os fonemas das palavras, sempre organizando os blocos da esquerda para a direita, com objetivo de enfatizar a consciência de impressão. Porém, o foco deste bônus é te ajudar a identificar fonemas em início de palavras que começam com o mesmo fone. Para quem server? Talvez neste momento você esteja só esperando eu te responder uma pergunta para tomar esta decisão agora. Para quem serve este e-book Odair? Serve para qualquer pessoa? A resposta é sim! Serve para qualquer pessoa engajada, pai, mãe, leigo, professor ou alfabetizador que precisa de um método eficaz, para complementar o que já aprendeu ou dar os primeiros passos para ensinar uma criança a ler. Esta é uma oportunidade única para quem quer realmente ENSINAR uma criança a ler. Eu realmente espero Eu realmente espero que você comece a criar seu Leitor Adiantado ainda hoje, que seu filho ou aluno comece a ler primeiro que as outras crianças que estão


É possível aproveitar o interesse restrito da criança para incentivar a leitura, procurando livros que tratem do tema pelo qual ela é fissurada. Se o pequeno gosta muito de trens, que tal ler com ele um livro que fale tudo sobre isso? Podem começar com um livro infantil mais curto, com frases curtas e imagens relacionadas, mas há grandes chances de a criança não querer parar por aí e logo pedir um novo livro para aprender ainda mais.  
Chame a atenção do seu filho para palavras que aparecem em rótulos de produtos (a partir dos 4/ 5 anos). Mostrando um pacote de leite, diga: "olha, aqui está escrito LEITE", apontando a palavra. Fazendo isso estará mostrando que os sinais que ele vê por toda a parte têm um significado. Incentive-o também a se arriscar na leitura. Isso é o que os profissionais da área de educação denominam de ler sem saber ler.
O efeito negativo acontece quando “os pais atropelam o processo que a escola escolheu para alfabetizar e começam a duvidar dele, fazendo com que a criança, de alguma maneira, perceba essa desconfiança”. Por outro lado, essa ansiedade se torna positiva quando há a “valorização da criança pelos pais ao acreditarem que ela é totalmente capaz de chegar lá”. Ou seja, muito desse processo todo depende da reação dos pais. Então é importante prestar atenção ao modo como você lida com isso.

É possível aproveitar o interesse restrito da criança para incentivar a leitura, procurando livros que tratem do tema pelo qual ela é fissurada. Se o pequeno gosta muito de trens, que tal ler com ele um livro que fale tudo sobre isso? Podem começar com um livro infantil mais curto, com frases curtas e imagens relacionadas, mas há grandes chances de a criança não querer parar por aí e logo pedir um novo livro para aprender ainda mais.  

Antes de chegar a conclusões precipitadas sobre o a relação que seu filho está desenvolvendo com a língua escrita, marque uma conversa com o professor ou com o orientador. Só um deles poderá esclarecer as questões e medos que estão te incomodando. Fatima Gola, lembrando Perrenoud, sociólogo suíço, explica que “o fato de ter sido aluno um dia, não autoriza ninguém a dar diagnósticos na área da Educação”. Quem está autorizado a isso são os profissionais da escola que estão capacitados e tem a função de analisar o que seu filho precisa no momento. Você perceberá como de fato cada criança se desenvolve em seu ritmo e se há motivo real para preocupações.
4. Até que encontramos uma pessoa disposta a nos mostrar qual a melhor saída, alguém que nos guie pelo caminho certo e seguro, como aquele homem lá em Uberaba me guiou, me mostrou o caminho. Assim eu também quero te guiar, te pegar pela mão e mostrar quais os caminhos e as avenidas que você precisa seguir para ensinar seu filho a ler. E agora com a tecnologia - qualquer celular tem um GPS acoplado- não precisamos recorrer apenas aos mapas impressos. Nesta analogia além dos livros com os métodos de alfabetização podemos recorrer aos materiais e cursos da era digital, como o material que eu estou te oferecendo aqui. Com isso, assim como eu acreditei naquele homem que me guiou com sua filha na garupa, você também pode me seguir, pois eu já percorri todo este caminho e “avenidas” carregando meus filhos, ensinando meus filhos a ler fazendo deles um Leitor Adiantado. Continue comigo, pois tenho mais algumas coisas para compartilhar com você... Antes de continuarmos posso te fazer uma pergunta? Você esperaria 76 260 anos para ensinar seu filho a ler? Qualquer semelhança entre essa história que eu vou te contar agora
Uma história que só deve durar 5 minutos, pode durar 30 minutos, o que é “maravilhoso”. Sempre que você notar que existem personagens distintos, mude a voz, faça vozes diferentes para os personagens, as pesquisas de neuroimagem mostram que diálogos entre personagens distintos ativa uma parte do cérebro que tem a capacidade de atribuir estados mentais e emocionais aos outros.

17. Ou esperar até 263 anos... Você também pode ir junto com o Brasil e esperar 260 anos para que a criança domine a Leitura, segundo Relatório do Banco Mundial. Tudo bem que este relatório é um pouco exagerado, porém cabe analisar. Ao analisar o desempenho dos alunos brasileiros em todas as edições do PISA, desde 2003, o Banco Mundial estima que, embora as aptidões de jovens brasileiros de 15 anos tenham melhorado, se eles continuarem a progredir ao ritmo atual nosso país demoraria 263 anos para atingir o nível Educacional de hoje de países desenvolvidos em leitura e em matemática um pouco menos 75 anos. Segundo o relatório o X da questão não é a falta de investimento na educação, mas sim a qualidade do investimento, como que é direcionado esse investimento. O relatório diz que : 1. As crianças chegam despreparadas para aprender. Os professores muitas vezes não têm as habilidades ou motivação para ensinar de forma


Não é porque seu filho gosta de futebol que você irá a uma livraria comprar correndo o livro “ A anatomia do futebol” de Donald T. Kirkendall, isso pode ser aterrorizante para crianças relutante por leitura. Ao invés disso, considere assistir um jogo em um estádio ou até mesmo na televisão, discuta com ele sobre o nome dos jogadores, os times de cada país, os melhores jogadores, seus treinadores. No dia seguinte pegue uma revista ou jornal e mostre alguma matéria sobre o que vocês conversaram , recorte essa matéria e monte um livro com esses assuntos de futebol, recorte e cole, estipule prazo para completar esse “livro”. Em 1 mês vocês terão muitos assuntos para discutir sobre futebol, faça isso com diversos assuntos do interesse do seu filho.
Boa noite! Meu filho tem 6 anos de idade, apresentada baixa capacidade de memória, não consegui reconhecer letras e números. Bate um desespero no coração e uma vontade louca de agir. Como? Não sei o que fazer. Já fui professor, hoje sou militar. Por gentileza me ajudem. Quais livros me indicam para ler, e aprender a ajudar o meu filho? Amo muitíssimo ele, tenho que ajuda-lo. Obrigado. Ronaldo

O alfabeto formalmente ensinado é uma responsabilidade do professor, mas você, pai, pode contribuir para que esse processo de aprendizado seja mais atrativo e rápido. O ambiente familiar pode – e deve – ser um ambiente educacional, com hábitos de escrita e leitura desde os primeiros anos de idade da criança. Por exemplo, quando a criança escuta alguma historinha da mãe, acaba percebendo que a leitura é feita da esquerda para direita – uma das primeiras e mais importantes regras de leitura.

Se você colocar em prática essas indicações, vai perceber que o método Doman não só será uma oportunidade para iniciar seu filho na leitura e na escrita. Também irá oferecer momentos para compartilhar e desfruta juntos, enquanto estimula sua inteligência. Não tenha medo de não saber como fazer, a confiança te ajudará a transmitir o conhecimento ao seu filho. Então, experimente!
A maioria das crianças aprende a ler naturalmente. Seu objetivo não é ensiná-lo a ler, mas sim a ter amor aos livros, imagens e histórias. Ensinar a ler pode tirar toda a diversão da leitura. Se você forçá-lo, ele vai se sentir pressionado, e se sentirá burro. Esse sentimento durará toda a sua vida, e não o ajudará a ler. As crianças começam a ler entre os 6 anos e meio a 7 anos, não se preocupe. Eles rapidamente alcançarão aqueles que começaram aos quatro ou cinco anos.
O efeito negativo acontece quando “os pais atropelam o processo que a escola escolheu para alfabetizar e começam a duvidar dele, fazendo com que a criança, de alguma maneira, perceba essa desconfiança”. Por outro lado, essa ansiedade se torna positiva quando há a “valorização da criança pelos pais ao acreditarem que ela é totalmente capaz de chegar lá”. Ou seja, muito desse processo todo depende da reação dos pais. Então é importante prestar atenção ao modo como você lida com isso.
E para piorar ainda mais as coisas, com base nestes resultados, se o Brasil continuar neste ritmo de melhorias do nível de aprendizado dos alunos, seriam necessários 76 anos para que todos os alunos atinjam a proficiência em leitura ao final do 3º ano do Ensino Fundamental, segundo cálculo feito pelo movimento Todos Pela Educação. Fonte: Agência Brasil
Antes de chegar a conclusões precipitadas sobre o a relação que seu filho está desenvolvendo com a língua escrita, marque uma conversa com o professor ou com o orientador. Só um deles poderá esclarecer as questões e medos que estão te incomodando. Fatima Gola, lembrando Perrenoud, sociólogo suíço, explica que “o fato de ter sido aluno um dia, não autoriza ninguém a dar diagnósticos na área da Educação”. Quem está autorizado a isso são os profissionais da escola que estão capacitados e tem a função de analisar o que seu filho precisa no momento. Você perceberá como de fato cada criança se desenvolve em seu ritmo e se há motivo real para preocupações.
Evidenciar as funções da escrita no dia a dia é uma ótima estratégia para aproximar seu filho desse universo. Regina Clara, pesquisadora do CENPEC, sugere, por exemplo, fazer uma lista de compras em conjunto, organizar uma tabela com as atividades extraescolares ou deixar um bilhetinho para que seu filho leia ao acordar, ressaltando que essas atividades dão a oportunidade para crianças se interessarem por esse processo. Entretanto, Regina também alerta para que isso não se transforme em obrigações diárias e que não haja um excesso de informações. “É importante entender o que seu filho está perguntando e responder a isso!”
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4. Até que encontramos uma pessoa disposta a nos mostrar qual a melhor saída, alguém que nos guie pelo caminho certo e seguro, como aquele homem lá em Uberaba me guiou, me mostrou o caminho. Assim eu também quero te guiar, te pegar pela mão e mostrar quais os caminhos e as avenidas que você precisa seguir para ensinar seu filho a ler. E agora com a tecnologia - qualquer celular tem um GPS acoplado- não precisamos recorrer apenas aos mapas impressos. Nesta analogia além dos livros com os métodos de alfabetização podemos recorrer aos materiais e cursos da era digital, como o material que eu estou te oferecendo aqui. Com isso, assim como eu acreditei naquele homem que me guiou com sua filha na garupa, você também pode me seguir, pois eu já percorri todo este caminho e “avenidas” carregando meus filhos, ensinando meus filhos a ler fazendo deles um Leitor Adiantado. Continue comigo, pois tenho mais algumas coisas para compartilhar com você... Antes de continuarmos posso te fazer uma pergunta? Você esperaria 76 260 anos para ensinar seu filho a ler? Qualquer semelhança entre essa história que eu vou te contar agora

24. composta de frases, que são compostas de palavras, que ela mais tarde irá dividir-se em sílabas e, finalmente, fonemas individuais (sons). Lembre-se, a criança tende a ouvir nossa língua como algo contínuo. Ex: Os amigos, a criança entenderia como “ozamigos”, umbigo – dois bigo - etc. Estas atividades com frases e palavras devem ser exploradas até que a criança tome consciência de que a fala consiste em frases de diversos tamanhos. BÔNUS: Jogos de Rimas Os jogos de rimas também tem tudo a ver com jogos de memória auditiva, pois ouvir ativamente também é a base para a criança ouvir palavras que rimam. As atividades de rimas podem e devem ser introduzidas durante as sessões de leitura partilhada. Lembre-se do que sempre digo: As habilidades de CF estão interligadas e uma depende da outra, por este motivo os jogos devem ser estruturados em um continuum do mais simples para o mais complexos. Geralmente crianças que desenvolveram dificuldades de aprendizagem, apresentaram anteriormente problemas em discriminar rimas. As Atividades de rima promove uma consciência de que a fala não tem apenas significado e mensagem, mas também uma forma. Por isso durante a leitura de poesias é importante chamar a atenção de seu filho para as rimas em poemas familiares. BÔNUS: Jogos de Consciência de Frases e Palavras Em jogos de frases é preciso focar a atenção da criança na estrutura da frase. Com isso, quero dizer que seu filho precisa aprender que nossa linguagem é composta de frases, que são compostas de palavras, que ela mais tarde irá dividir-se em sílabas e, finalmente, fonemas individuais (sons).


5- Ele entra na sala e começa tudo novamente, então lê um texto ou parlenda várias vezes até a criança memorizar a história, a criança copia o texto mesmo sem saber ler, agora que ela copiou o texto (desenhou o texto) - é um copista- é hora de ditar parte do texto pra criança, Neste momento o professor se frustra porque a criança fica olhando para sua cara, não escreve nada ou se escreve o texto é ilegível.
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