Permita que o seu filho brinque com letras: recortar revistas e jornais velhos, desenhar, utilizar brinquedos… tudo é válido, sem pensar em “LER” ou sequer repetir o nome das letras até à exaustão! Deixe a criança explorar livremente; quando chegar o tempo ela irá querer saber o que querem dizer aquelas letras e aí estará cumprido pelo menos 75% do caminho da aprendizagem!

Antes de chegar a conclusões precipitadas sobre o a relação que seu filho está desenvolvendo com a língua escrita, marque uma conversa com o professor ou com o orientador. Só um deles poderá esclarecer as questões e medos que estão te incomodando. Fatima Gola, lembrando Perrenoud, sociólogo suíço, explica que “o fato de ter sido aluno um dia, não autoriza ninguém a dar diagnósticos na área da Educação”. Quem está autorizado a isso são os profissionais da escola que estão capacitados e tem a função de analisar o que seu filho precisa no momento. Você perceberá como de fato cada criança se desenvolve em seu ritmo e se há motivo real para preocupações.
Não há como um livro competir com TV ou computador. A maioria das crianças, dada a escolha, simplesmente não escolherá o livro com freqüência suficiente para torná-lo um hábito. Antes que você saiba, eles terão desenvolvido outros hábitos para relaxar. Limitar ou mesmo proibir o uso da tela até que a leitura esteja bem estabelecida pode ser a coisa mais importante que você pode fazer para incentivar a leitura.
A leitura compartilhada pode variar de acordo com a idade e a necessidade do seu filho. Quando a criança tem de sete a oito anos, muitos pais não vêem a leitura como um momento para ficar junto do seus filhos, eles acham que a leitura é reservado para horários escolares. Para uma boa experiência de textos compartilhados, escolha temas que sejam ricos, envolventes e que gere “discussão”. Parte do compartilhamento da leitura envolve , discutir sobre a leitura, falar sobre o livro.
6. Potencializar a capacidade de compreensão da leitura: Quando lemos um livro ou um conto, podemos fazer uma leitura conjunta do mesmo. Primeiro a gente lê um parágrafo e contamos com nossas palavras o que lemos, e em seguida nosso filho lerá outro parágrafo e fará o mesmo. Será muito mais interessante e divertido se fizermos com dramatismo, dando ênfase nas vozes dos personagens, no ritmo e na melodia. 
Já pensou em usar bilhetes escritos para se comunicar com seu filho? Para colocar essa dica em prática, prefira os recadinhos que contenham assuntos que ele realmente precisa ler e responder por escrito. Você pode deixar um bilhete no quarto dele perguntando como foi o fim de semana ou o que ele gostaria de fazer nas férias de fim de ano. Para obter o retorno, peça a ele que deixe o bilhete contendo a resposta no seu quarto.
Passei por isso e sei o quanto é angustiante. Tenho uma filha de 7 anos que até julho tinha dificuldade e há mais de 1 ano e meio recorria à escola e profissionais (fono e psicopedagogo). No final de julho resolvi mudar minha filha de escola para uma que desse mais atenção a essa problemática e que pudesse apoiar-nos juntamente a isso encontrei uma profissional (fono) excelente que está fazendo com que minha filha tenha prazer pela leitura e a está alfabetizando-a novamente. E em dois meses já vejo lindos resultados. Por isso, e vejam o apoio da escola.
O método global é baseado em trabalhar com a palavra como um todo, associada a um significado. Em vez de ensinar as letras primeiro e, em seguida, juntar-se a elas, com este método, você aprende as palavras e seu significado e depois, por meio da dedução, você aprende os sons de cada letra e cada combinação silábica. Em geral, geralmente é associado a imagens que representam o significado de cada palavra, por exemplo: a palavra elefante é apresentada com a imagem correspondente. Desta forma, quando as crianças vêem as imagens, eles são capazes de identificar o que é e entender rapidamente o seu significado.
×